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Como as lojas virtuais mudaram o consumo

Cliente economiza tempo e dinheiro para pesquisar, não pega fila para pagar e tem acesso a variedade maior de produtos.

Recorrer a lojas virtuais não é novidade para o psicólogo de 24 anos. Ele come vendo TV, que assim como o rack, foi adquirida pela Internet. Como se vê, e-commerce mudou os hábitos das pessoas. Demian deixou de ir ao Centro pesquisar preço por não se justificar a gastar gasolina, pegar transito e enfrentar fila para pagar se tudo pode ser feito pelo computador. A praticidade é o principal diferencial, mas o psicólogo confessa que poder parcelar em ate doze vezes também é muito interessante.

Prova de que na casa de Demian o comercio eletrônico ganhou a preferência é que se derramar shoyu na roupa vai usar a maquina de lavar adquirida numa loja virtual. Ele nunca comprou uma passagem área fora da Internet. Também vieram do e-commerce livros, DVDs, moveis, eletrodomésticos e a cadeira que os Correios entregaram na ultima semana.

A compra continua nascer de uma necessidade, mas as 20 mil lojas virtuais do país embaralharam as regras do varejo. Acostumaram as pessoas a fechar negocio a qualquer hora e acessar uma variedade de produtos que as lojas físicas não oferecem, diz Eduardo Terra, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar). Para reclamar, nem precisa sair da cadeira. Pelo twitter ou facebook dá pra esbravejar aos quatro cantos.

Na virada do século, o público considerava inseguro dar o numero do cartão de crédito para um site. A situação mudou. Pesquisa da consultoria ebit mostra que, em 2011, a confiança cresceu 75% na comparação com 2009.

Fonte: Diario Catarinense

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